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VACINAS
ESPECIALMENTE
INDICADAS
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ESQUEMAS
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PROFISSIONAIS POR ÁREA DE ATUAÇÃO
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Tríplice Viral
(sarampo,
caxumba e
rubéola) |
Dose única |
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Hepatites A,
B ou A e B |
Hepatite A
Duas doses: A segunda seis meses após a primeira |
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Hepatite B
Três doses: a segunda um mês depois da primeira e a terceira cinco meses depois da segunda |
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Hepatites A+B
Três doses: a segunda um mês depois da primeira e a terceira cinco meses depois da segunda |
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| HPV |
Para mulheres na prevenção da infecção pelo papiloma vírus
humano: até 26 anos em três doses, no esquema 0-2-6 meses
com a vacina do laboratório MSD ou até 25 anos em três doses, no esquema 0-1-6 meses com a vacina do laboratório GSK. |
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Vacinas contra
difteria,
tétano e
coqueluche
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Com esquema de vacinação básica completo
Reforço com dTpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto) e após, uma dose de dT (vacina dupla bacteriana do tipo adulto) a cada dez anos. |
dTpa
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dT
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dT
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dT
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dTpa
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dT
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dT
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Com esquema de vacinação básica incompleto
Uma dose de dTpa (tríplice bacteriana acelular do tipo adulto) e uma ou duas doses de dT (vacina dupla bacteriana do tipo adulto). |
Varicela
(catapora) |
A partir dos 13 anos de idade: duas doses com intervalo de 2 meses. |
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| Influenza |
Dose única anual |
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Antimeningocócica
C conjugada |
Dose única |
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| Febre amarela |
Uma dose de dez em dez anos |
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Raiva (vacina
obtida em
cultura de células) |
Três doses: a segunda sete dias depois da primeira e a terceira 14 a 21 dias após a segunda |
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Observações:
As recomendações deste calendário
levam em consideração os riscos ocupacionais
específicos de cada atividade e as vacinas, por este
motivo, são especialmente indicadas.
Profissionais da área da saúde:
médicos, enfermeiros, técnicos
e auxiliares de enfermagem, patologistas e técnicos
de patologia, dentistas, fonoaudiólogos,
fisioterapeutas, pessoal de apoio, manutenção e
limpeza de ambientes hospitalares, maqueiros,
motoristas de ambulância, técnicos de RX e outros
profissionais que freqüentam assiduamente os
serviços de saúde, tais como representantes da
indústria farmacêutica.
Profissionais que lidam com alimentos e bebidas:
profissionais que trabalham em
empresas de alimentos e bebidas – cozinheiros,
garçons, atendentes, pessoal de apoio, manutenção e
limpeza, entre outros.
Profissionais que lidam com dejetos e/ou águas
potencialmente contaminadas:
mergulhadores, salva-vidas,
guardiões de piscinas, manipuladores de lixo e/ou
esgotos e/ou águas fluviais, e profissionais da
construção civil.
Profissionais que trabalham com crianças:
professores e outros
profissionais que trabalham em escolas, creches e
orfanatos.
Profissionais que entram em contato freqüente ou
ocasional com determinados animais:
veterinários e outros
profissionais que lidam com animais, e também os
freqüentadores e visitantes de cavernas.
Profissionais do sexo:
pessoas consideradas de risco
para as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e
doenças infecciosas ainda não controladas em outros
países do mundo.
P rofissionais
administrativos: que trabalham em escritórios,
fábricas e outros ambientes geralmente fechados.
Profissionais que viajam muito:
aqueles que por viajarem muito
para o exterior expõem-se ao risco de adquirir
doenças infecciosas não controladas em outros
países.
Profissionais da aviação: pilotos
e comissários de bordo.
Manicures e pedicures.
Coletores de lixo.
Comentários:
1.
Vacinas contra-indicadas para
os imunodeprimidos: todas as vacinas vivas (contra a
poliomielite oral, a varicela, o sarampo, a rubéola,
a caxumba e a febre amarela, e a vacina BCG); estas
vacinas poderão ser indicadas a critério medico, em
imunodeprimidos, quando, após avaliação do estado
imunológico X risco de adoecimento.
2.
A vacinação combinada contra
as hepatites A e B é preferível à vacinação isolada
contra as hepatites A e B, exceto quando o resultado
de teste sorológico indique presença de imunidade
contra uma delas.
3.
Esquemas especiais de
vacinação contra a hepatite B: a) imunocomprometidos
e renais crônicos: dobro da dose usual, ou seja, 2ml
= 40mg, em quatro aplicações por via intramuscular
(0-1-2-7); b) imunocompetentes com alto risco de
exposição: dose usual, ou seja, 1ml = 20mg, em
quatro aplicações por via intramuscular (0-1-2-7).
4. A partir do 140 dia após a
última dose é preciso verificar títulos de
anticorpos para avaliar eventual necessidade de dose
adicional. Profissionais que permanecem em risco
devem fazer acompanhamento sorológico a cada 6 meses
ou 1 ano e receber dose de reforço quando estes
forem menores que 0,5 UI/ml.
5. A vacinação rotineira para a
raiva não é consenso em todo o país, mas deve ser
considerada em áreas de risco aumentado para a
doença e de exposição a animais silvestres.
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Fonte: SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES – SBIM |
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